sexta-feira, fevereiro 20, 2015


Caros amigos internautas, Paz e Bem! Com o objetivo de Evangelizar através de pequenas frases para refletir, vos apresento a logomarca oficial que seguirá em todas as frases que estarei publicando sempre aqui no meu blog. Espero que gostem!


           

brasão do Papa Francisco
MENSAGEM

Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2015
Terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Boletim da Santa Sé
“Fortalecei os vossos corações” (Tg 5, 8)
Amados irmãos e irmãs,
Tempo de renovação para a Igreja, para as comunidades e para cada um dos fiéis, a Quaresma é sobretudo um «tempo favorável» de graça (cf. 2 Cor 6, 2). Deus nada nos pede, que antes não no-lo tenha dado: «Nós amamos, porque Ele nos amou primeiro» (1 Jo 4, 19). Ele não nos olha com indiferença; pelo contrário, tem a peito cada um de nós, conhece-nos pelo nome, cuida de nós e vai à nossa procura, quando O deixamos. Interessa-Se por cada um de nós; o seu amor impede-Lhe de ficar indiferente perante aquilo que nos acontece. Coisa diversa se passa connosco! Quando estamos bem e comodamente instalados, esquecemo-nos certamente dos outros (isto, Deus Pai nunca o faz!), não nos interessam os seus problemas, nem as tribulações e injustiças que sofrem; e, assim, o nosso coração cai na indiferença: encontrando-me relativamente bem e confortável, esqueço-me dos que não estão bem! Hoje, esta atitude egoísta de indiferença atingiu uma dimensão mundial tal que podemos falar de uma globalização da indiferença. Trata-se de um mal-estar que temos obrigação, como cristãos, de enfrentar.
Quando o povo de Deus se converte ao seu amor, encontra resposta para as questões que a história continuamente nos coloca. E um dos desafios mais urgentes, sobre o qual me quero deter nesta Mensagem, é o da globalização da indiferença.
Dado que a indiferença para com o próximo e para com Deus é uma tentação real também para nós, cristãos, temos necessidade de ouvir, em cada Quaresma, o brado dos profetas que levantam a voz para nos despertar.
A Deus não Lhe é indiferente o mundo, mas ama-o até ao ponto de entregar o seu Filho pela salvação de todo o homem. Na encarnação, na vida terrena, na morte e ressurreição do Filho de Deus, abre-se definitivamente a porta entre Deus e o homem, entre o Céu e a terra. E a Igreja é como a mão que mantém aberta esta porta, por meio da proclamação da Palavra, da celebração dos Sacramentos, do testemunho da fé que se torna eficaz pelo amor (cf. Gl 5, 6). O mundo, porém, tende a fechar-se em si mesmo e a fechar a referida porta através da qual Deus entra no mundo e o mundo n’Ele. Sendo assim, a mão, que é a Igreja, não deve jamais surpreender-se, se se vir rejeitada, esmagada e ferida.
Por isso, o povo de Deus tem necessidade de renovação, para não cair na indiferença nem se fechar em si mesmo. Tendo em vista esta renovação, gostaria de vos propor três textos para a vossa meditação.
1. «Se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros» (1 Cor 12, 26): A Igreja.
Com o seu ensinamento e sobretudo com o seu testemunho, a Igreja oferece-nos o amor de Deus, que rompe esta reclusão mortal em nós mesmos que é a indiferença. Mas, só se pode testemunhar algo que antes experimentámos. O cristão é aquele que permite a Deus revesti-lo da sua bondade e misericórdia, revesti-lo de Cristo para se tornar, como Ele, servo de Deus e dos homens. Bem no-lo recorda a liturgia de Quinta-feira Santa com o rito do lava-pés. Pedro não queria que Jesus lhe lavasse os pés, mas depois compreendeu que Jesus não pretendia apenas exemplificar como devemos lavar os pés uns aos outros; este serviço, só o pode fazer quem, primeiro, se deixou lavar os pés por Cristo. Só essa pessoa «tem a haver com Ele» (cf. Jo 13, 8), podendo assim servir o homem.
A Quaresma é um tempo propício para nos deixarmos servir por Cristo e, deste modo, tornarmo-nos como Ele. Verifica-se isto quando ouvimos a Palavra de Deus e recebemos os sacramentos, nomeadamente a Eucaristia. Nesta, tornamo-nos naquilo que recebemos: o corpo de Cristo. Neste corpo, não encontra lugar a tal indiferença que, com tanta frequência, parece apoderar-se dos nossos corações; porque, quem é de Cristo, pertence a um único corpo e, n’Ele, um não olha com indiferença o outro. «Assim, se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros; se um membro é honrado, todos os membros participam da sua alegria» (1 Cor 12, 26).
A Igreja é communio sanctorum, não só porque, nela, tomam parte os Santos mas também porque é comunhão de coisas santas: o amor de Deus, que nos foi revelado em Cristo, e todos os seus dons; e, entre estes, há que incluir também a resposta de quantos se deixam alcançar por tal amor. Nesta comunhão dos Santos e nesta participação nas coisas santas, aquilo que cada um possui, não o reserva só para si, mas tudo é para todos. E, dado que estamos interligados em Deus, podemos fazer algo mesmo pelos que estão longe, por aqueles que não poderíamos jamais, com as nossas simples forças, alcançar: rezamos com eles e por eles a Deus, para que todos nos abramos à sua obra de salvação.
2. «Onde está o teu irmão?» (Gn 4, 9): As paróquias e as comunidades
Tudo o que se disse a propósito da Igreja universal é necessário agora traduzi-lo na vida das paróquias e comunidades. Nestas realidades eclesiais, consegue-se porventura experimentar que fazemos parte de um único corpo? Um corpo que, simultaneamente, recebe e partilha aquilo que Deus nos quer dar? Um corpo que conhece e cuida dos seus membros mais frágeis, pobres e pequeninos? Ou refugiamo-nos num amor universal pronto a comprometer-se lá longe no mundo, mas que esquece o Lázaro sentado à sua porta fechada (cf. Lc 16, 19-31)?
Para receber e fazer frutificar plenamente aquilo que Deus nos dá, deve-se ultrapassar as fronteiras da Igreja visível em duas direcções.
Em primeiro lugar, unindo-nos à Igreja do Céu na oração. Quando a Igreja terrena reza, instaura-se reciprocamente uma comunhão de serviços e bens que chega até à presença de Deus. Juntamente com os Santos, que encontraram a sua plenitude em Deus, fazemos parte daquela comunhão onde a indiferença é vencida pelo amor. A Igreja do Céu não é triunfante, porque deixou para trás as tribulações do mundo e usufrui sozinha do gozo eterno; antes pelo contrário, pois aos Santos é concedido já contemplar e rejubilar com o facto de terem vencido definitivamente a indiferença, a dureza de coração e o ódio, graças à morte e ressurreição de Jesus. E, enquanto esta vitória do amor não impregnar todo o mundo, os Santos caminham connosco, que ainda somos peregrinos. Convicta de que a alegria no Céu pela vitória do amor crucificado não é plena enquanto houver, na terra, um só homem que sofra e gema, escrevia Santa Teresa de Lisieux, doutora da Igreja: «Muito espero não ficar inactiva no Céu; o meu desejo é continuar a trabalhar pela Igreja e pelas almas» (Carta 254, de 14 de Julho de 1897).
Também nós participamos dos méritos e da alegria dos Santos e eles tomam parte na nossa luta e no nosso desejo de paz e reconciliação. Para nós, a sua alegria pela vitória de Cristo ressuscitado é origem de força para superar tantas formas de indiferença e dureza de coração.
Em segundo lugar, cada comunidade cristã é chamada a atravessar o limiar que a põe em relação com a sociedade circundante, com os pobres e com os incrédulos. A Igreja é, por sua natureza, missionária, não fechada em si mesma, mas enviada a todos os homens.
Esta missão é o paciente testemunho d’Aquele que quer conduzir ao Pai toda a realidade e todo o homem. A missão é aquilo que o amor não pode calar. A Igreja segue Jesus Cristo pela estrada que a conduz a cada homem, até aos confins da terra (cf. Act 1, 8). Assim podemos ver, no nosso próximo, o irmão e a irmã pelos quais Cristo morreu e ressuscitou. Tudo aquilo que recebemos, recebemo-lo também para eles. E, vice-versa, tudo o que estes irmãos possuem é um dom para a Igreja e para a humanidade inteira.
Amados irmãos e irmãs, como desejo que os lugares onde a Igreja se manifesta, particularmente as nossas paróquias e as nossas comunidades, se tornem ilhas de misericórdia no meio do mar da indiferença!
3. «Fortalecei os vossos corações» (Tg 5, 8): Cada um dos fiéis
Também como indivíduos temos a tentação da indiferença. Estamos saturados de notícias e imagens impressionantes que nos relatam o sofrimento humano, sentindo ao mesmo tempo toda a nossa incapacidade de intervir. Que fazer para não nos deixarmos absorver por esta espiral de terror e impotência?
Em primeiro lugar, podemos rezar na comunhão da Igreja terrena e celeste. Não subestimemos a força da oração de muitos! A iniciativa 24 horas para o Senhor, que espero se celebre em toda a Igreja – mesmo a nível diocesano – nos dias 13 e 14 de Março, pretende dar expressão a esta necessidade da oração.
Em segundo lugar, podemos levar ajuda, com gestos de caridade, tanto a quem vive próximo de nós como a quem está longe, graças aos inúmeros organismos caritativos da Igreja. A Quaresma é um tempo propício para mostrar este interesse pelo outro, através de um sinal – mesmo pequeno, mas concreto – da nossa participação na humanidade que temos em comum.
E, em terceiro lugar, o sofrimento do próximo constitui um apelo à conversão, porque a necessidade do irmão recorda-me a fragilidade da minha vida, a minha dependência de Deus e dos irmãos. Se humildemente pedirmos a graça de Deus e aceitarmos os limites das nossas possibilidades, então confiaremos nas possibilidades infinitas que tem de reserva o amor de Deus. E poderemos resistir à tentação diabólica que nos leva a crer que podemos salvar-nos e salvar o mundo sozinhos.
Para superar a indiferença e as nossas pretensões de omnipotência, gostaria de pedir a todos para viverem este tempo de Quaresma como um percurso de formação do coração, a que nos convidava Bento XVI (Carta enc. Deus caritas est, 31). Ter um coração misericordioso não significa ter um coração débil. Quem quer ser misericordioso precisa de um coração forte, firme, fechado ao tentador mas aberto a Deus; um coração que se deixe impregnar pelo Espírito e levar pelos caminhos do amor que conduzem aos irmãos e irmãs; no fundo, um coração pobre, isto é, que conhece as suas limitações e se gasta pelo outro.
Por isso, amados irmãos e irmãs, nesta Quaresma desejo rezar convosco a Cristo: «Fac cor nostrum secundum cor tuum – Fazei o nosso coração semelhante ao vosso» (Súplica das Ladainhas ao Sagrado Coração de Jesus). Teremos assim um coração forte e misericordioso, vigilante e generoso, que não se deixa fechar em si mesmo nem cai na vertigem da globalização da indiferença.
Com estes votos, asseguro a minha oração por cada crente e cada comunidade eclesial para que percorram, frutuosamente, o itinerário quaresmal, enquanto, por minha vez, vos peço que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!
Vaticano, Festa de São Francisco de Assis,
4 de Outubro de 2014.
FRANCISCUS PP.

quinta-feira, janeiro 22, 2015

ASSISTA TODA QUARTA-FEIRA AO VIVO ÀS 16H, PELA TV CANÇÃO NOVA DE ARACAJU CANAL 13 - PROGRAMA IGREJA E VOÇÊ, APRESENTAÇÃO: PADRE PAULO LIMA


PADRE PAULO LIMA FALA DOS NOVOS COMPORTAMENTOS NA ERA DIGITAL.




A onda Selfie melhora a auto estima, é o que diz o Especialista em Comunicação e Mídia Digital, Pe. Paulo Lima de Melo. Fazer muitas fotografias de si mesmo, não significa exibicionismo, pelo contrário, significa que a pessoa está bem e viv...endo em alto astral, de bem com a vida e quer compartilhar isso com outras pessoas. Padre Paulo Lima, disse também que com a chegada dos Monopods, ou pau de Selfie, haste usada para melhorar a capacitação da imagem na hora do Selfie, as pessoas estarão se auto-fotografando cada vez mais. Se as pessoas estão fotografando mais, é porque estão mais motivadas. Estou me referindo especialmente ao Selfie, que significa a auto-imagem da própria pessoa fotografada e não andar por aí fotografando tudo o quer ver pela frente em relação aos outros, afinal exposição de imagens sem qualquer autorização requer a liberação ou os direitos autorais da pessoa clicada, finalizou Padre Paulo Lima. 

quinta-feira, novembro 06, 2014

BIOGRAFIA DE DOM JOÃO JOSÉ COSTA, NOMEADO PELO PAPA FRANCISCO NO DIA 05 DE NOVEMBRO DE 2014, BISPO COADJUTOR DE ARACAJU

Natural do município de Lagarto – SE, Dom Frei João José Costa é filho de Noêmia Lima de Menezes e Francisco Barbosa da Costa (in memoriam). É o 12º filho dum total de 18 irmãos, nasceu no dia 24 de Junho de 1958.

Desde a infância, já manifestava o desejo de ser sacerdote. Sua irmã Iolanda comenta que certo dia ele pediu para sua mãe dizer ao seu pai do seu desejo de ser padre. Seu pai, um homem muito religioso, respondeu que se essa fosse a vontade dele, ele o apoiaria.

Na vida religiosa em sua capela, que é dedicada a Santa Catarina de Sena, dedicou-se a evangelização e aos domingos celebrava o Culto Dominical.

Para iniciar seus estudos, tinha que caminhar muito para chegar até a casa de sua primeira professora, Dona Inês, a qual acolhia os alunos em sua residência, pois neste tempo ainda não havia escola em seu povoado. Desde jovem era uma pessoa muito dada ao serviço, o que leva-nos a intuir o motivo da escolha de seu lema episcopal “Servo por amor”. Sempre foi tido por todos como uma pessoa educada, dócil, carinhosa, bondosa, atenciosa e calma.

No ano de 1978 deixou seu Povoado Cajazeiras para ir morar no centro da cidade, na casa de sua irmã Fátima, localizada na Praça do Gomes, e continuar seus estudos de primeiro grau no Colégio Laudelino Freire. Neste período, trabalhou como sacristão da Paróquia Nossa Senhora da Piedade, cujo Pároco é o atual Bispo da Diocese de Propriá, Dom Mário Rino Sivieri. Concluídos os estudos do primeiro grau, no ano de 1982 foi morar na cidade de Camucin de São Felix para estudar o 2º grau já como postulante da Ordem do Carmo. 

Apresentado à Ordem do Carmo, pelo então Monsenhor Mário, decidiu entrar na mesma. Já na Ordem do Carmo, iniciou o noviciado 1985, fazendo os primeiros votos em 1986 e em 1988 fez seus votos perpétuos.

Concluiu os estudos filosóficos em Brasília no Seminário Nossa Senhora de Fátima e iniciou os estudos Teológicos em São Paulo no Instituto Teológico de Estudos Superiores (ITESP), concluindo-os em Recife, no Instituto Franciscano de Olinda (IFTO). É Licenciado em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará em Sobral.

Em 13/12/1992 foi ordenado sacerdote e nomeado conselheiro Provincial dos Carmelitas em 1993. Ainda em 1993 foi enviado ao Convento de São José da Princesa Isabel, sendo nomeado Administrador Paroquial das Paróquias Divino Espírito Santo e Santa Terezinha, na Paraíba. Em 1996 foi novamente eleito Conselheiro Provincial e em 1999 foi escolhido Provincial da Ordem, sendo reeleito em 2003. 

Foi Conselheiro, Prior do Convento do Carmo e formador do postulantado em São Cristóvão/SE, sendo também Vigário Paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Vitória. Neste período, prestou assistência espiritual na Fazenda da Esperança em Lagarto/SE. 

Em 07/01/2009 foi eleito Epíscopo pelo para Bento XVI para a Diocese de Iguatu/Cerará e ordenado Bispo no dia 19 de março de 2009, na sua cidade natal, pelas mãos do senhor Arcebispo Metropolitano de Aracaju, Dom José Palmeira Lessa. Escolheu como lema para seu episcopado “Servo por Amor”. 

Permaneceu na Diocese de Iguatu por pouco mais de 5 anos. Lá realizou inúmeras atividades, dentre as quais a assembleia diocesana de 2013 que teve como tema “Lembra-te, Diocese de Iguatu: permanecendo em mim produzirás muitos frutos”. Tomou posse nesta Diocese no dia 18 de abril de 2009.

Hoje, às 8h, foi nomeado pelo Papa Francisco como Bispo Coadjutor da Arquidiocese de Aracaju/SE. 

Pela rádio Cultura de Sergipe, o senhor Arcebispo o acolheu com muita alegria convidando todo povo de Deus a proclamarmos juntos “Bendito o que vem em nome do Senhor”. 

Por telefone, Dom Frei João José Costa agradeceu a acolhida e demostrou muita alegria e disponibilidade em servir na Igreja particular de Aracaju. 

Sua acolhida está prevista para o dia 04 de Janeiro de 2015.



Por: Pe. Jânison de Sá e Seminaristas Afonso, Alisson e Fagner.

sexta-feira, setembro 05, 2014

quarta-feira, julho 30, 2014

A mensagem do Santo Padre para o IV encontro da PASCOM: "mundo digital é campo fundamental da nova saída missionária"






“É necessário que no mundo digital o anúncio do Evangelho seja seguido pela oferta de um encontro pessoal com Cristo, um encontro real e transformador”. Foi o que auspiciou o Papa Francisco na mensagem – assinada pelo Cardeal Secretário de Estado Pietro Parolin - aos participantes do IV Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação (PASCOM) e do 2º Seminário Nacional de Jovens Comunicadores, realizado em Aparecida desde o dia 24 de julho. O tema de reflexão ao longo do encontro é "Comunicação, desafios e possibilidades para evangelizar na era da cultura digital”.

O objetivo dos trabalhos dos dois encontros – a serem concluídos no próximo domingo, 27 – é a pesquisa de novos caminhos para formar e motivar os agentes da pastoral das comunicações no Brasil. O encontro – do qual participam bispos, sacerdotes, religiosos e leigos comprometidos no setor – realiza-se no aniversário da visita do Papa Francisco ao Brasil por ocasião da JMJ.

A experiência vivida no Rio de Janeiro inspirou a mensagem do Papa quando – ao citar a homilia da Missa celebrada em 27 de julho na Catedral do Rio de Janeiro – exortou a “não permanecermos fechados na paróquia, nas nossas comunidades, na nossa instituição paroquial ou na nossa instituição diocesana, quando tantas pessoas estão na espera do Evangelho! Sair enviados. Não é simplesmente abrir a porta para que venham, para colher, mas é sair pela porta para buscar e encontrar!”.

Um convite para “sair”, também dirigido ao mundo digital. “Nenhum caminho pode, nem deve, ser obstruído – explica a este propósito a mensagem – a quem, em nome de Cristo Ressuscitado, se empenha em tornar-se sempre mais solidário com o homem. Com o Evangelho na mão e no coração, é necessário reafirmar que é tempo de continuar a preparar caminhos que conduzam à Palavra de Deus, não descuidando de dirigir uma atenção especial a quem ainda vive em uma fase de busca”.

“De fato – prossegue a mensagem - uma pastoral no mundo digital é chamada a levar em consideração também aqueles que não crêem, caíram no desespero e cultivam no coração o desejo do absoluto e da verdade não efêmero, dado que as novas mídias permitem entrar em contato com seguidores de todas as religiões, com não-crentes e pessoas de todas as culturas”.

“Por isto, em tal contexto, os canais digitais são um campo fundamental na nova “saída” missionária”, afirma o Papa Francisco na Evangelii gaudium (n. 20), à qual – sublinha – todos somos chamados”. Neste sentido, exorta os agentes da pastoral da comunicação “a unirem-se, com confiança e com criatividade consciente e responsável, à rede de relações que a era digital tornou possível”.

O Pontífice indica aos comunicadores brasileiros também as modalidades concretas para fazer isto: de um lado, fornecendo os meios necessários para aprender a linguagem particular deste ‘aerópago’, e de outro reconhecendo “o primado da pessoa”. “Sem esquecer – conclui o Bispo de Roma - que o continente digital, antes de ser uma mera realidade tecnológica, é antes de tudo um lugar de encontro entre homens e mulheres, cujas aspirações e desafios não são virtuais, mas reais, e tem necessidade de uma resposta concreta”.


Fonte: Rádio Vaticano
Local: Cidade do Vaticano