quarta-feira, outubro 27, 2010

ORAÇÃO PARA PASSAR BEM O DIA

Maria, minha querida e terna Mãe,
colocai vossa mão sobre  minha  cabeça.
Guardai minha mente, coração e sentidos,
para que eu não cometa o pecado.
Santificai meus pensamentos,
sentimentos, palavras e ações,
para que eu possa agradar a vós e ao Jesus e meu Deus.
E assim, possa partilhar da vossa felicidade no céu.
Jesus e Maria, dai-me vossa benção: + Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém
                                                                        Pe. Tiago Alberione

REVESTIDO DA GRAÇA DE DEUS

 

Sacerdote,
eu te vejo rodeado de fragilidade,
mas revestido da graça.
 O Eterno te escolheu.
Chamou-te do meio do povo.
Foste ungido e consagrado para ser servo de Deus,
arauto da paz,
homem da prece,
missionário sem fronteiras.
De tua vida fizeste oblação,
 oferta agradável ao Senhor.
E quando elevas o cálice da salvação,
o perfeito louvor é entregue a Deus:
Por Cristo, com Cristo e em Cristo...
toda honra e toda glória,
agora e para sempre. Amém!

segunda-feira, outubro 25, 2010

DIVERSAS ORAÇÕES

ORAÇÃO DE SÃO BERNADO

Lembrai-vos, ó Piíssima Virgem Maria, de que nunca se ouviu dizer, que algum daqueles que tenha recorrido à vossa clemência, implorado a vossa assistência, reclamado o vosso socorro, fosse por vós abandonado. Animado eu, pois, com igual confiança, a vós, Virgem das Virgens, como Mãe recorro, de vós me valho e gemendo sob o peso de meus pecados, me prosto a vossos pés. Não desprezeis as minhas súplicas, ó mãe do Verbo de Deus humanado, mas dignai-vos de as ouvir propícia e de me alcançar o que vos rogo. Amém


 




ATO DE CONSAGRAÇÃO À IMACULADA VIRGEM MARIA


Ó Imaculada,
Rainha do Céu e da Terra,
Refugio dos pecadores e Nossa Mãe amantíssima,
a quem Deus quis confiar toda a Ordem da misericórdia!
Eu (nome), indigno pecador,
me prostro aos vossos pés suplicando-vos com
insistência: Dignai aceitai-me por completo, como coisa e propriedade vossa;

Fazei o que quiserdes de mim,
De todas as faculdades da minha alma e do meu corpo,
De toda a minha vida, da minha morte da minha eternidade

Disponha de mim totalmente, como lhe agradar,
para que se cumpra o que está dito de vós:
"Ela esmagará a cabeça da serpente", e também:
"Só vós destruístes todas as heresias no mundo inteiro".
Que em vossas mãos Imaculadas e misericordiosíssimas
Eu seja um instrumento que vos serve a introduzir
e a aumentar o mais possível de vossa glória em tantas almas desgarradas e tíbias.

Assim se estenderá cada vez mais o Reino Bendito do santíssimo Coração de Jesus.
Pois onde entrais, conseguis a graça da conversão e santificação,
Já que é do Sacratíssimo Coração de Jesus, que
todas as graças chegam para nós por vossas mãos.

V.Dai-me a graça de vos louvar ó Virgem Santíssima.
R.Dai-me força contra vossos inimigos.
                                                                                               São Maximiliano Maria Kolbe


ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DA AGONIA



Ó Maria, Rainha dos Mártires, Senhora da Agonia,
vós que permanecestes de pé
junto à Cruz de Vosso Divino Filho Jesus e
às Suas palavras: "Mulher, eis o Teu Filho; Filho,
eis Tua Mãe", tornastes-Vos nossa Mãe;
acolhei com bondade, nossa prece filial.
Ó Senhora da Agonia, assim como o discípulo
acolheu-Vos as portas de nossos corações, de nossos lares,
consagrando-vos toda a nossa vida: passada, presente e futura.
Exercei, pois, Vossa função de Mãe,
ensinando-nos a viver, em todos os momentos,
a vontade de Deus, levando-nos, assim, a imitar o Vosso Sim de Nazaré,
que culminou com o Sim do Calvário.
Vinde, ó Mãe, em socorro de nossas angústias,
não permitindo que nos desviemos do caminho do bem,
da verdade, do amor!
Conduzi nossa vidas ao porto seguro da salvação, que é Jesus!
Ousando somar nossas agonias às Vossas,
diante desta dificuldade,
recorremos à Vossa maternal proteção,
com a confiança de que não ficaremos decepcionados em nossas súplicas.
Amém!

ORAÇÃO A SANTO ANTÔNIO DE SANT´ANNA GALVÃO
 
Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, eu Vos
adoro, louvo e Vos dou graças pelos benefícios que me
fizestes. Peço-vos por tudo que fez e sofreu o vosso Santo
Antônio de Sant'Anna Galvão, que aumenteis em mim a fé,
a esperança e a caridade, e Vos digneis conceder-me a
graça que ardentemente almejo. Amém.
1 Pai Nosso, 1 Ave-Maria e 1 Glória ao Pai.

ORAÇÃO DO SACERDOTE



Senhor, vós me chamaste ao ministério sacerdotal em um momento concreto da história no qual, como nos primeiros tempos apostólicos, quereis que todos os cristãos, e de modo especial os sacerdotes, sejam testemunhas das maravilhas de Deus e da força do vosso Espírito. Fazei que eu também seja testemunha da dignidade da vida humana, da grandeza do amor e do poder do ministério recebido: tudo isso com o meu peculiar estilo de vida a vós entregue por amor, só por amor e por um amor grandíssimo.Fazei que minha vida celibatária seja a afirmação de um “sim”, gozoso e alegre, que nasce da entrega a vós e da dedicação total ao próximo a serviço de vossa Igreja. Dai-me força em minhas fraquezas E também gratidão em minhas vitórias. Mãe Imaculada, que destes o mais grandioso e  maravilhoso “sim” de todos os tempos, que eu saiba converter minha vida quotidiana em fonte de generosidade e entrega, e junto a vós, aos pés das grandes cruzes do mundo, associai-me a dor redentora da morte de vosso Filho, para gozar com Ele do triunfo da sua ressurreição para a vida eterna. Amém.

domingo, outubro 24, 2010

O FARISEU E O PUBLICANO

 Meditemos na parábola de Jesus, sobre a atitude dos dois homens que sobem ao Templo para rezar… Por que Jesus a contou? Contou-a “para alguns que confiavam na sua própria justiça, isto é, na sua própria retidão, nos seus próprios méritos, na sua própria santidade e desprezavam os outros”. Como reza o fariseu? Santo Agostinho explica que ele nem sequer reza: “Procura nas suas palavras o que ele pediu. Não encontras nada! Foi para rezar, mas não rezou a Deus; só louvou a si próprio! Mais ainda: não lhe bastou não rezar, não lhe bastou louvar a si próprio e ainda insultou aquele que rezava de verdade!” O fariseu, na verdade, é incapaz de uma verdadeira comunhão com Deus: ele somente tem a si próprio ante seus olhos, ele é o seu próprio Deus, a sua própria satisfação e, quando se mede com os outros, é para insultar e desprezar interiormente… Bem diferente de Jesus, que tinha tudo para nos acusar e, no entanto, quando nos olha, é para ter compaixão, para perdoar, para nos estender a mão.
E o publicano? Qual a sua atitude? “Ficou à distância, e nem se atrevia a levantar os olhos para o céu; mas batia no peito, dizendo: ‘Meu Deus, tem piedade de mim que sou pecador!”’ De modo poético, diz Santo Agostinho que “o remorso o afastava, mas a piedade o aproximava; o remorso o rebaixava; mas a esperança o elevava”. Eis a atitude do homem aberto para Deus, daquele que se vê na luz do Senhor: tem consciência do seu nada, da sua miséria, do seu pecado, mas sabe que é amado por Deus; sabe que o que de bom possui e faz é dom da graça do Senhor! E porque assim vive e assim procede, esse pobre pecador experimenta a misericórdia de Deus, daquele que, como diz o Salmo, “volta sua face contra os maus, para da terra apagar sua lembrança. Do coração atribulado ele está perto e conforta os de espírito abatido” . Como termina a parábola? Deixem-me ainda citar Santo Agostinho: “Escutaste o contraste entre o fariseu e o publicano; escuta agora a sentença. Escutaste o soberbo acusador e o réu humilde. Escuta, agora, o Juiz: ‘Em verdade eu vos digo: aquele publicano saiu do templo justificado, não o fariseu’. Senhor, dize-nos o motivo! Perguntas o por quê? Eis: ‘ Porque quem se exalta, será humilhado, e quem se humilha, será exaltado’. Ouviste a sentença; guarda-te bem de caíres no motivo; ouviste a sentença; preserva-te da soberba!”
Meus caros, não é esta a nossa grande tentação? Achar que somos bons, que somos justos diante de Deus, que mereceríamos um prêmio de honra ao mérito. E, ainda mais: do alto da nossa auto-suficiência, quantas e quantas vezes julgamos, condenamos e executamos os outros! No entanto, se nos recordássemos os nossos pecados com sinceridade, como o publicano, não nos acharíamos grandes diante de Deus e não julgaríamos nem condenaríamos, como o fariseu. Pensemos nos tantos benefícios que do Senhor recebemos, pensemos nos nossos pecados e na nossa preguiça para amá-lo como ele deve ser amado, pensemos nas nossas incoerências e infidelidades, pensemos nas nossas fraquezas… Se assim o fizermos, não teremos a pretensão de merecer nada diante de Deus, seremos humildes e também mais compreensivos com as fraquezas dos irmãos. Nunca percamos de vista o seguinte: aquele que se acha merecedor diante do Senhor, merece, na verdade somente a sua repreensão, pois ainda não compreendeu de fato que Deus nos amou primeiro e não só nos chamou à vida, como também deu-nos o seu Filho quando ainda estávamos nos nossos pecados! Estejamos atentos ao exemplo de São Paulo, na segunda leitura de hoje. Ele, que tinha tanto de se gloriar, porque combateu o bom combate, com toda humildade esperou do Senhor o prêmio da coroa da justiça. Que diferença do fariseu! Este, confiava na sua própria justiça; o Apóstolo esperou na justiça do Senhor. Por isso, na fraqueza experimentou a força do Senhor e, na tribulação, experimentou que o Senhor lutou por ele…
Que este mesmo Senhor nos dê a graça de um coração humilde, que coloque somente nele a confiança, o repouso e a esperança da salvação. Assim, seremos livres da soberba e justos diante de Deus. Amém.
Dom Henrique Soares da Costa