| Dom José Palmeira Lessa durante apresentação do seu programa nos estúdios da rádio cultura |
segunda-feira, março 28, 2011
SINTONIZE O PROGRAMA CONVERSANDO COM DOM LESSA
quarta-feira, março 16, 2011
NOVAS COMUNIDADES DE VIDA E ALIANÇA SE REÚNEM COM O NOVO ASSESSOR PADRE PAULO LIMA
Com a particitipação dos coordenadores e representantes das Novas Comunidades de Vida e Aliança instaladas na Arquidiocese de Aracaju, a saber: Obra de Maria, Filhos e Filhas da Divina Misericórdia, Força Jovem do Discípulo Amado, Servos e Servas da Santíssima Trindade, Fraternidade O Caminho, Sagrada Família, Shalom, CançãoNova, e Comunidade São josé, foi realizada a primeira reunião do ano com a presença do novo assessor das Novas Comunidades na Arquidiocese de Aracaju, o Revmo. Pe. Paulo Tadeu Lima de Melo.
A reunião aconteceu nas dependências da Comunidade Canção Nova no bairro Inácio Barbosa e contou com a presença de todas as comunidades que estão instaladas em Aracaju. Na oportunidade Pe. Paulo falou da importância da presença da Igreja no acompanhamento direto junto aos trabalhos desenvolvidos pelas novas comunidades segundo o carisma de cada uma delas.
Na reunião Pe.Paulo anunciou a realização no dia 11 de junho 2011 da grande Vígilia de Pentecostes com a participação de todas as comunidades e grupos de oração da Renovação Carismática Católica no Rincão na Canção Nova de Aracaju.
Na reunião foi organizada uma equipe de trabalho interna com alguns membros das novas comunidades em Aracaju junto ao assessor Pe. Paulo, a fim de desenvolver melhor os trabalhos e eventos que serão organizados entre as comunidades.
No final da reunião alguns coordenadores e representantes das novas comunidades parabenizaram e agradeceram ao Sr.Arcebispo Dom José Palmeira Lessa- Arcebispo de Aracaju e Dom Henrique Soares da Costa - Bispo Auxiliar e Vigário Geral pela nomeação do novo assessor para acompanhar o trabalho das novas comunidades na Arquidiocese de Aracaju.
Informações com a assessoria das novas comunidades pelo email: novascomunidadesaracaju@hotmail.com
Redação: Blog Pe.Paulo Lima
quarta-feira, março 09, 2011
QUARESMA, TEMPO FORTE DE PENITÊNCIA E CONVERSÃO! - Pe. Paulo Lima
Caros irmãos e irmãs, Paz em Cristo!
Estamos no tempo santo da quaresma, tempo forte de penitência e conversão para todos nós. A queresma tem seu início na quarta-feira de cinzas e irá até a quinta feira santa, daqui até lá sigamos o passos do Senhor que na experiência do deserto nos ensina que é preciso orar sem cessar para vencermos o mal.
Nesse tempo de forte apelo a nossa conversão, lembremo-nos das práticas quaresmais que nos ajudará à alcançarmos uma vida nova até a Páscoa do Senhor, a saber: A oração, o jejum e a esmola, são esses meus caros irmãos e irmãs os exercícios quaresmais que somos convidados a viver neste período propício para a nossa conversão. Façamos nós um novo esforço para que de fato alcancemos a verdadeira conversão em nossas vidas.
O Sumo Pontífice o Papa Bento XVI em sua mensagem para a quaresma deste ano de 2011 nos lembra que os fiéis precisam resdescobrir o valor do jejum como um dos principais exercícios quaresmais a exemplo do Cristo que jejuou quarenta dias e quarenta noites no deserto.
Pois bem caros irmãos e irmãs, vivamos bem essa caminhada quaresmal para que com Jesus possamos ressuscitar com Ele na sua Santa Páscoa.
Feliz e abençoada quaresma para todos!
Att.Pe. Paulo Lima
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
CNBB DIVULGA NOTA SOBRE ÉTICA E PROGRAMAS DE TV
O Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep) divulgou uma nota no final da tarde desta quarta-feira, 16, manifestando-se sobre o “baixo nível moral que se verifica em alguns programas das emissoras de televisão”. Os bispos citam especialmente os reality shows “que têm o lucro como seu principal objetivo”.
Após destacar a importância da TV para a sociedade brasileira, reconhecida pelo prêmio Clara de Assis de Televisão dado pela CNBB anualmente, os bispos lamentam que “serviços prestados com apurada qualidade técnica e inegável valor cultural e moral” sejam “ofuscados” por programas como os reality show.
Para os bispos, os reality shows “atentam contra a dignidade da pessoa humana, tanto de seus participantes, fascinados por um prêmio em dinheiro ou por fugaz celebridade, quanto do público receptor que é a família brasileira”.
A nota se dirige tanto às TVs quanto ao Ministério Público, aos pais, mães, educadores, anunciantes e publicitários, conclamando cada um desses atores a refletir sobre sua responsabilidade em relação à qualidade dos programas na televisão.
Para os bispos, os reality shows “atentam contra a dignidade da pessoa humana, tanto de seus participantes, fascinados por um prêmio em dinheiro ou por fugaz celebridade, quanto do público receptor que é a família brasileira”.
A nota se dirige tanto às TVs quanto ao Ministério Público, aos pais, mães, educadores, anunciantes e publicitários, conclamando cada um desses atores a refletir sobre sua responsabilidade em relação à qualidade dos programas na televisão.
Fonte: cnbb
terça-feira, fevereiro 15, 2011
“A glória e a alegria do sacerdócio é servir Cristo e o seu Corpo místico diz o Papa Bento"
Qual é o lugar do sacerdócio ordenado, na vida Igreja, e qual o lugar da vida comum na experiência sacerdotal? Estas as duas questões a que Bento XVI tratou de responder ao receber no Palácio Apostólico, os 400 participantes na assembleia geral da Fraternidade Sacerdotal dos Missionários de São Carlos Borromeu - padres ligados à Fraternidade de “Comunhão e Libertação”.
O Papa começou por recordar “uma verdade que se foi reafirmando com particular clareza a partir do século XIX e que encontrou uma significativa expressão na teologia do Concílio Vaticano II”. Isto é: que “o sacerdócio cristão não é existe para si mesmo”. Assim, Bento XVI disse que cada sacerdote pode, portanto, dizer aos fiéis, parafraseando Santo Agostinho: ‘convosco sou cristão, para vós, sou padre'”.
“A glória e a alegria do sacerdócio é servir Cristo e o seu Corpo místico. Ele representa, no interior da Igreja, uma vocação belíssima e singular, que torna Cristo presente, porque participa no único e eterno Sacerdócio de Cristo. A presença de vocações sacerdotais é um sinal seguro da verdade e da vitalidade de uma comunidade cristã”, ressaltou o Santo Padre.
De fato, Deus chama sempre. Bento XVI explicou que não existe crescimento verdadeiro e fecundo, na Igreja, sem uma autêntica presença sacerdotal que a apoie e alimente.
Neste contexto, o Papa exprimiu a sua gratidão a todos os que dedicam as suas energias à formação dos padres e à reforma da vida sacerdotal.
“Como toda a Igreja, também o sacerdócio tem necessidade de se renovar continuamente, reencontrando na vida de Jesus as formas mais essenciais do seu próprio ser”, salientou o Pontífice.
Contudo, qualquer renovação da vida sacerdotal tem que ter em contas alguns elementos irrenunciáveis.. “Antes de mais uma profunda educação à meditação e à oração, vividas como diálogo com o Senhor ressuscitado, presente na sua Igreja”, sublinhou Bento XVI. Em segundo lugar, “um estudo da Teologia que permita encontrar as verdades cristãs na forma de uma síntese ligada à vida da pessoa e da comunidade”, completou.
Foi neste contexto que o Papa destacou o valor da vida comum, na existência sacerdotal, retomando uma das suas declarações no livro-entrevista “Sal da Terra”: “É importante que os padres não vivam isolados, cada um da sua parte, mas estejam juntos em pequenas comunidades, apoiando-se uns aos outros e fazendo assim experiência do estar juntos no serviço a Cristo e na renúncia pelo Reino dos céus, com uma crescente consciência disto mesmo”.
O Pontífice esclareceu que esta proposta de vida comum dos padres não é uma estratégia para dar resposta, por exemplo, à carência de sacerdotes, ao à sua solidão ou fragilidade. Pode ser que ajude nesse sentido, mas “só na medida em que a vida fraterna for concebida e vivida como um caminho para se imergir na realidade da comunhão”.
“A vida comum é expressão do dom de Cristo que é a Igreja e está prefigurada na comunidade apostólica, que deu lugar aos presbíteros. Nenhum sacerdote administra algo seu, mas participa com os outros irmãos num dom sacramental que vem diretamente de Jesus”, enfatizou o Santo Padre.
Por um lado, o Papa observou que “viver com outros significa aceitar a necessidade da própria conversão contínua e sobretudo descobrir a beleza desse caminho, a alegria da humildade, da penitência, mas também da conversão, do perdão recíproco, do apoio mútuo”. Em todo o caso, sem entrar no diálogo eterno que o Filho mantém com o Pai, no Espírito Santo, não é possível uma autêntica vida comum.
“Há que estar com Jesus para poder estar com os outros. É este o coração da missão. Na companhia de Cristo e dos irmãos, cada sacerdote pode encontrar as energias necessárias para se ocupar dos homens, para assumir as necessidades espirituais e materiais das pessoas que encontra, para ensinar com palavras sempre novas, ditadas pelo amor, as verdades eternas da fé de que também os nossos contemporâneos têm sede”, ressaltou Bento XVI.
“A glória e a alegria do sacerdócio é servir Cristo e o seu Corpo místico. Ele representa, no interior da Igreja, uma vocação belíssima e singular, que torna Cristo presente, porque participa no único e eterno Sacerdócio de Cristo. A presença de vocações sacerdotais é um sinal seguro da verdade e da vitalidade de uma comunidade cristã”, ressaltou o Santo Padre.
De fato, Deus chama sempre. Bento XVI explicou que não existe crescimento verdadeiro e fecundo, na Igreja, sem uma autêntica presença sacerdotal que a apoie e alimente.
Neste contexto, o Papa exprimiu a sua gratidão a todos os que dedicam as suas energias à formação dos padres e à reforma da vida sacerdotal.
“Como toda a Igreja, também o sacerdócio tem necessidade de se renovar continuamente, reencontrando na vida de Jesus as formas mais essenciais do seu próprio ser”, salientou o Pontífice.
Contudo, qualquer renovação da vida sacerdotal tem que ter em contas alguns elementos irrenunciáveis.. “Antes de mais uma profunda educação à meditação e à oração, vividas como diálogo com o Senhor ressuscitado, presente na sua Igreja”, sublinhou Bento XVI. Em segundo lugar, “um estudo da Teologia que permita encontrar as verdades cristãs na forma de uma síntese ligada à vida da pessoa e da comunidade”, completou.
Foi neste contexto que o Papa destacou o valor da vida comum, na existência sacerdotal, retomando uma das suas declarações no livro-entrevista “Sal da Terra”: “É importante que os padres não vivam isolados, cada um da sua parte, mas estejam juntos em pequenas comunidades, apoiando-se uns aos outros e fazendo assim experiência do estar juntos no serviço a Cristo e na renúncia pelo Reino dos céus, com uma crescente consciência disto mesmo”.
O Pontífice esclareceu que esta proposta de vida comum dos padres não é uma estratégia para dar resposta, por exemplo, à carência de sacerdotes, ao à sua solidão ou fragilidade. Pode ser que ajude nesse sentido, mas “só na medida em que a vida fraterna for concebida e vivida como um caminho para se imergir na realidade da comunhão”.
“A vida comum é expressão do dom de Cristo que é a Igreja e está prefigurada na comunidade apostólica, que deu lugar aos presbíteros. Nenhum sacerdote administra algo seu, mas participa com os outros irmãos num dom sacramental que vem diretamente de Jesus”, enfatizou o Santo Padre.
Por um lado, o Papa observou que “viver com outros significa aceitar a necessidade da própria conversão contínua e sobretudo descobrir a beleza desse caminho, a alegria da humildade, da penitência, mas também da conversão, do perdão recíproco, do apoio mútuo”. Em todo o caso, sem entrar no diálogo eterno que o Filho mantém com o Pai, no Espírito Santo, não é possível uma autêntica vida comum.
“Há que estar com Jesus para poder estar com os outros. É este o coração da missão. Na companhia de Cristo e dos irmãos, cada sacerdote pode encontrar as energias necessárias para se ocupar dos homens, para assumir as necessidades espirituais e materiais das pessoas que encontra, para ensinar com palavras sempre novas, ditadas pelo amor, as verdades eternas da fé de que também os nossos contemporâneos têm sede”, ressaltou Bento XVI.
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